Seis alunos do CLF participaram na terceira mobilidade do projeto Move, integrado nas parceiras multilaterais ERASMUS+.
A Ana Lia Ferreira, a Dara Alves, o José Diogo Rodrigues, a Maria Francisca Ribeiro, a Mariana Videira e a Sofia Mota deslocaram-se a Taurage, na Lituânia, para dar continuidade às tarefas iniciadas em outubro de 2018, relacionadas com o tema da mobilidade.
Aqui, 30 alunos de várias nacionalidades foram divididos em quatro grupos de trabalho: Methodology of Ecological Footprint Calculation, Digital Sounds and Video Mapping, Blog Creation e Trivial Pursuit Game.
Utilizando ferramentas digitais de acesso livre, foram desenhados percursos urbanos e analisados parâmetros que, no final da semana, permitiram aferir formas de cálculo de CO2 emitido em cada distância percorrida pelos grupos dos seis países envolvidos no intercâmbio. Estas grelhas de análise permitirão comparar padrões de mobilidade na próxima visita, a realizar a Hamburgo, na Alemanha, e refletir sobre mudanças de paradigma necessárias para um futuro mais sustentável.
Complementando o eixo de trabalho “Acessibiidade para todos”, transversal ao longo do projeto, foi também possível analisar barreiras urbanísticas à mobilidade de pessoas com incapacidade motora, focado na utilização dos transportes públicos. Rebaixamento de passeios, passadeiras visíveis, espaço nos abrigos de paragens para cadeiras de rodas e rampas retráteis nos autocarros foram algumas das dimensões valorizadas pelos alunos que tiveram oportunidade de apresentar uma síntese reflexiva e sugestões de melhoria ao Presidente da Câmara local Sigitas Mičiulis.
Os dados recolhidos nas saídas de campo, sob a forma de fotografias, sons e vídeos, foram inseridos em mapas digitais, utilizando plataformas de acesso livre [Open Street Map] e software específico [ArcGIS].
Foi criado um blog do projeto para registo da memória e da história evolutiva do trabalho desenvolvido no âmbito do Move.
Por fim, foi dada continuidade à tarefa de criação de um jogo Trivial Pursuit, dedicado à mobilidade, que ficará como legado do projeto em cada escola parceira e permitirá, a toda a comunidade escolar trabalhar a temática, de uma forma lúdica, com várias faixas etárias.